quarta-feira, 11 de novembro de 2009

felicidade de uma aluna

Acho que nunca coloquei aqui material produzido para a faculdade. No entanto, nunca me senti tão lixão escrevendo, como me sinto para a aula do Arthur Dapieve, meu professor de laboratório de jornalismo impresso. Então, quando recebi um elogio, significou muito pra mim. Ganhei não só o dia, mas a semana, o semestre e por aí vai.

Ele pediu para fazermos uma resenha em sala. De um filme, livro, banda, qualquer coisa. Eu, lógico, fiz de um filme. Não do último que tinha visto, nem do preferido. Mas de um que queria ter escrito aqui, e que a preguiça impediu. Reaproveitando o material, lá vai!

'Se beber não case' foi o filme que ninguém esperava mas que superou todos os outros. É a prova mais recente que grandes estrelas nem sempre rendem bilheteria. Prova também que blockbusters e qualidade podem sim andar juntos. Após escreverem os tímidos 'Minhas adoráveis ex-namoradas' e 'Surpresas do amor' (estes com o time A de Hollywood), os roteiristas Jon Lucas e Scott Moore acertaram ao contar a história de quatro amigos que vão a Las Vegas para uma despedida de solteiro e, com uma baita ressaca, lutam para reconstituir suas ações da noite anterior.

No Brasil, o filme de Todd Phillips arrecadou R$ 1,9 milhão só no final de semana de estreia. A produção segue à risca as características marcantes do gênero incipiente, porém promissor, que são os guyflicks, comédias genuinamente masculinas. Roteiros consistentes e realistas, direção simpes, atores razoavelmente desconhecidos, como Bradley Cooper e Justin Bartha (que já haviam trabalhados juntos em 'Armações do amor'. Os bons diálogos se comprovam, uma vez que falas do filme como 'some guys just can't handle Vegas', caíram no gosto popular quase que imediatamente. A fórmula tem dado certo e 'The Hangover 2', no original, já está em desenvolvimento.


Voltando às aulas...
Na semana seguinte, tivemos que refazer nossas resenhas retirando 3 linhas. Na segunda correção recebi o comentário de que o texto havia ficado ainda melhor! Foi o suficiente para eu ganhar três semestres!

Mas o que eu escrevi aqui foi a primeira versão.


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Como é chato e difícil fazer monografia! Não entendo isso, jornalista que se preze não vai levar uma vida acadêmica...