terça-feira, 29 de julho de 2008

desbravamento

Adoro concretizar planos. Nao concretizo muitos, por isso aproveito cada vitória com gosto. As promessas de reveillon sao esquecidas em fevereiro, a tentativa de CR alto logo depois das primeiras provas. Porém, quando combinamos algo com os amigos e isso se realiza, é simplesmente um máximo.
Quem, desde que viu Diários de Motocicleta , nao planejou uma viagem semelhante com os companheiros de aventura?
Pois eu consegui realizar parte dessa jornada, e já combinamos o próximo destino. Machu Picchu.
Desta vez, os destinos desbravados foram Buenos Aires, Córdoba e Las Leñas.
Despois dos perrengues como água fria, escadas e muitas malas, armários pequenos, beliches sem escadas em uenos Aires, viemos para Córdoba no mais alto conforto. Ônibus cama por 108 pesos e 9h de um sono bom com coluna tortinha. Já estou apreensiva com a viagem a San Rafael (de lá pegamos outro bus para Malargüe e um traslado para a montanha gelada) que sao 11 horas em assento semi cama. Oh mio dios! Tenso! Pelo menos tem TV, meus livros e meu mp3 tijolao. Agora é esperar pelos tombos na neve.


p.s droga de telcado sem til.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

fama!

Adoro e detesto receber elogios. Simplesmente não sei como agradecer sem me desmerecer. E, quando recebo um, fico toda boba. Quase choro, mesmo. Patético, não?

Pois bem, com a criação do Sem Compromisso (não sei transformar isso num link) e o aumento de responsabilidade no trabalho, eu mal tenho tempo para escrever aqui. A maioria das minhas idéias vinha quando estava no carro. E não sei porque, elas não vêem agora que eu só ando de ônibus. Acho que são esnobes.

Mas a questão é que muita gente me perguntou se eu abandonei o lerolero e reclamou do meu descaso, acreditem!
Eles gostam de ler. Gente, vocês gostam de ler o meu blog. Isso é incrível.
Um cara da faculdade, que é super simpático, um fofo, mas que não é lá meu amigão, me deixou um scrap revelando o quão divertido ele acha essa humilde página na web. Falou que é o divertimento das madrugadas ociosas. Vocês sabem o que significa ser a leitura de um portador de insônia? É uma honra! É o horário nobre da internet.
Quando alguém resolve se entreter com seus textos bobos na madruga boladona, é porque você está com tudo.
Aproveito a campanha eleitoral para afirmar que este blog não morrerá! Lerolero tem a muito a oferecer a esta imensa nação e não sucumbirá aos concorrentes!

Agradeço a todos por lembrarem da existência do blog, por sentirem falta das minhas chatices e agora eu deixo de lado o ego cheio e volto a ser a Lara que não sabe aceitar elogios.

terça-feira, 15 de julho de 2008

mundo injusto

Têm pessoas que nasceram para serem mães. Eu tinha lá minhas dúvidas. Agora, depois de abandonar o meu bebê (este amado blog), percebi que tinha razão. Não sirvo para a maternidade.


Mas vamos ao que interessa.


A gente sempre escuta que o mundo é justo, tudo tem volta, tem seu preço. Mas eu tenho duvidado que Deus escreva certo por linhas tortas. A mãe de umas das minhas melhores amigas teve câncer de mama, comeu o cão que o diabo amassou com quimioterapia e radioterapia. Depois de quase dois anos (se não me engano) ela está com uma infecção bizarra e tem que se submeter a outra cirurgia, que irá comprometer o movimento do braço direito.
O pior é que não é uma família rica, que explora empregados e atrasa salários ou cujos os filho ficam em cativeiro durante 30 anos. Não jogam crianças pela janela e e nem praticam incesto.
Se fossem assim, eu até entenderia a punição divina. Juro que tento entender porquê essas coisas acontecem com gente de bem.


Mas não consigo.

terça-feira, 8 de julho de 2008

ô dia!

descobri que não passei para o intercâmbio da faculdade e recoloquei aparelho.

que bela terça-feira!

terça-feira, 1 de julho de 2008

gentileza gera gentileza

É impressionante como em um mundo repleto de grosseria e egoísmo, a educação ainda arruma espaço para existir.
No 882 com destino à Santa Cruz lotado, as 18h, cheio de gente fedorenta pós batente, duas pessoas se ofereceram para segurar a minha bolsa. Outras se ofereceram para segurar a bolsa de demais pessoas. É impressionante que mesmo no aperto dos bancos, na atmosfera abafada, as pessoas ainda consigam tomar uma atitude dessa.
Esses gestos me fazem ganhar o dia.

domingo, 22 de junho de 2008

modernidade

Que as coisas mudam, aprimoram, modernizam etc todo mundo sabe. E que os empresários têm que se adaptar ao gosto da clientela também.
Agora que em festa junina se vende uva e morango do amor, ah, isso eu não sabia não.
Na minha época era maçã do amor e olhe lá!

quinta-feira, 19 de junho de 2008

coisas que só acontecem comigo...

e com os azarentos que me acompanham.

Ontem fui comemorar o aniversário de 30 anos do meu primo. Como de costume, fomos numa quarta-feira ao Tosaka do Condado de Cascais. Ao chegar lá vi que ele estava sentado numa mesa dentro do restaurante. Estranhei porque ele fuma então sempre nos senatamos na varanda. Os estranhamentos, infelizmente, não pararam por aí. Meu primo argumentou que havia tentado fazer reserva mas a atendente disse que não era necessário pois o lugar estaria vazio. Doce ilusão dela. Ele chamou pelo gerente, mas este estava de folga. E não havia ninguém que o representasse! Pra ver se o humor melhorava, resolveram pedir logo a comida. Quando fiz as minhas restrições vegetarianas a moça falou que o sushi man não poderia cumprí-las porque todos os enrolados estavam sendo preparados, pra agilizar, desde as 18h (já eran 21h) e que o outro sushi man havia faltado. Daí depois de uma leve insistência da minha parte eu falei pra eles:
- Gente, me desculpe, mas se vocês estão sem gerente, sem sushi man, não conseguem atender todo mundo, então bota um bilhete na porta dizendo pras pessoas não entrarem porque não serão bem atendidas.

Minha fome e irritação não foram suficientes para mobilizar a mesa, claro. Mas a comida deles estava demorando horrores. E o mais impressionante é que só a nosa mesa estava escassa de comida. As outras, inclusive as da varanda, estavam regadíssimas. Só tinha um molho shoyo na nossa mesa e a garçonete não deu hashis pra todo mundo, nem fez os pedidos de bebida (mesmo já tendo se passado uma hora da nossa chegada). Finalmente resolvemos sair sem pagar. Como são todos muito educados, foi dado 5 reais de cada um pelo pouco que comeram e beberam.

Liguei para o Tosaka do Downtown e avisei que um grupo de 10 pessoas chegaria em 15 minutos. Assim que chegamos eu falei que havia ligado, ela armou a mesa na varanda, colocou todos os hashis (inclusive o meu, com elástico), molho shoyo e potinhos (!) e imediatamente pedimos bebida e comida.

No final das contas (mesmo com uma mãe enchendo o saco pra voltar pra casa porque era dia de semana) comemoramos o aniversário do meu primo e o centenário da imigração japonesa empanzinados :)

terça-feira, 17 de junho de 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

dúvida do dia dos namorados

Será que os rapazes vão passar a data comemorativa ao lado das namoradas ou ao lado dos amigos, assistindo ao jogo do fluminense e santos?